PROCEDIMENTOS QUE REALIZAMOS:

  • : Consulta oftalmológica para adultos e crianças
  • : Cirurgia de catarata
  • : Cirurgia de catarata à laser
  • : Cirurgia para correção de: Miopia, Hipermetropia, Astigmatismo e Presbiopia à laser
  • : Teste de lentes de contato
  • : Avaliação cirúrgica de casos complexos

EXAME OFTALMOLÓGICO

O exame oftalmológico não se resume à avaliação do grau, apesar de ele ser o exame mais realizado e a principal causa que leva o paciente a procurar o oftalmologista. Durante o exame, realiza-se também a a avaliação da parte externa do olho com a lâmpada de fenda (um microscópio com uma fonte de luz em fenda acoplado), do fundo do olho (retina e nervo óptico), da pressão do olho (alterada em algumas doenças oculares), entre outras avaliações que são realizadas rotineiramente pelo médico oftalmologista para garantir que não só o paciente consiga enxergar bem como que ele mantenha esta boa qualidade de visão.

 

ERROS DE REFRAÇÃO

Corriqueiramente chamados de “grau”, os erros de refração mais comuns são chamados de: miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia. O paciente míope tem o foco do olho pré-ajustado para perto, no entanto, ele tem dificuldade para ler placas na rua, ir ao cinema, reconhecer o rosto de pessoas de longe. A hipermetropia costuma levar a menos incômodo do que a miopia, em especial porque, em graus baixos, o paciente consegue se acostumar com a hipermetropia, que só se manifesta com o passar da idade, conforme esta capacidade de se acostumar decai. Em graus maiores, o paciente pode precisar de correção visual tanto para perto quanto para longe. O astigmatismo é caracterizado pela presença de mais de um foco da mesma imagem, produzido no mesmo olho. Isto se traduz pela percepção de que as letras às vezes são duplas, tem sombra ao redor delas, tem menos contraste (uma letra que era para ser preta, parece acinzentada), luzes de semáforos parecem asteríscos. A presbiopia é a baixa visual para perto que ocorre depois dos quarenta anos na maioria das pessoas. Os olhos quando estão olhando para longe não precisam de nenhum esforço para que o foco de luz chegue na posição adequada na retina. Porém, para perto, precisam contrair um músculo e uma lente internos que trazem o foco de perto para a posição adequada na retina. Esta capacidade de contrair este músculo e lente diminui progressivamente desde a infância, porém só chega a ser percebida após os 40 anos, levando o paciente a esticar o braço para conseguir colocar o objeto que precisa ler na distância que consegue focar.

GLAUCOMA

O glaucoma é uma doença do nervo óptico, estrutura responsável por levar a informação visual captada pelos olhos para o cérebro, que provoca baixa visual lenta e progressiva e imperceptível nos estágios iniciais. A doença afeta primeiramente a visão periférica e posteriormente acomete a região central da visão. Por este motivo, muitos portadores de glaucoma não tem queixas e apenas descobrem a doença no exame de rotina. O glaucoma pode ser tratado com colírios, com procedimentos a laser e com cirurgia. Porém, por mais avançado que seja o tratamento e por melhor que ele seja indicado, nenhum tratamento disponível até o momento é capaz de devolver a visão perdida pelo paciente com glaucoma. Ele é realizado com o intuito de evitar a progressão da doença e consequente deterioração visual. O exame de rotina é fundamental para sua detecção precoce justamente por ser uma doença que não dá sinais no início e pelo tratamento conseguir apenas evitar a sua progressão.

CERATOCONE

O ceratocone é uma doença da córnea, a primeira lente do olho, caracterizado pelo seu encurvamento progressivo que leva a aumento do grau, em especial miopia e astigmatismo. Por ser um problema da conformação da córnea, muitas vezes a visão não fica boa com óculos, uma vez que ele não consegue mudar a forma da córnea. Para isso, as lentes de contato rígidas tem melhor emprego, possibilitando a melhora da qualidade visual. Antigamente, muitos pacientes eventualmente necessitavam de transplante de córnea. Hoje, graças ao avanço das terapias, apenas 10% dos pacientes com diagnóstico de ceratocone chegam a este ponto. Temos à nossa disposição terapias cirúrgicas que promovem a interrupção da progressão do ceratocone e que tem a capacidade de melhorar a visão do paciente. Por se tratar de uma doença que afeta uma estrutura do olho que pode ser substituída por outra semelhante (através do transplante de córnea) raramente os portadores desta doença tem uma perda permanente da visão.

DMRI

A DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) é uma doença que afeta a porção central e mais nobre da retina, a mácula, responsável pela parte central da nossa visão. Normalmente, o paciente sente distorção das imagens nos casos iniciais, o que o faz procurar o oftalmologista e descobrir cedo o problema. Outros pacientes só descobrem através do exame de rotina. Apesar de afetar um tecido importante para a visão, há tratamento para a doença não evoluir e, em alguns casos, leva até a melhora da visão.

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